LIXÃO E LAGOA: Políticos apodienses usam problemas cruciais para ascender ao poder depois caem fora

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Com seu tradicional rabo de cavalo e aquela máscara no rosto (estilo preferido toda vez que visitava o lixão do Apodi), para deixar cristalina a gravidade do problema. A presença dela lá era quase permanente. Uma vez que subiu ao segundo posto mais alto do município as custas do voto popular, supunha-se que finalmente o problema estaria resolvida. Nunca mais ninguém a viu por lá.

No entanto, a fumaça, ardência nos olhos, pigarro na garganta, poluição. Todo esse incomodo vem da fumaça do lixão do Apodi. Tudo continua tal qual era antes.

Todos sempre o viam com uma corriola de estudantes as margens da lagoa. O objetivo era mostrar a imprescindível necessidade de preservar tão grande patrimônio do nosso município, nossa mãe lagoa. Não estranhem se o problema poderia ter sido levado inclusive a assembleia legislativa do estado para audiências.

Uma vez que ascendeu ao posto maior do município, sua presença no corpo hídrico ficou apenas nas fotos e na memória de todos.

Por que isso? Por que as pessoas usam temas tão importantes para ascender ao poder e, uma vez lá, esquecem temas que lhes parecia ser o carro chefe dos seus projetos público/pessoais. Atitudes reprováveis. Pelo fim da hipocrisia na política.

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