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INCLUSÃO: Um ato de empatia

Inacessibilidade e preconceito impõem barreiras para pessoas com necessidades especiais, que superam estigmas e conquistam espaço em diversas esferas da sociedade

Inclusão implica em ter várias condições asseguradas, desde
educação, trabalho, moradia, saúde, mobilidade, 
entre outras - Foto: Cícero Oliveira
Por Ana Lourdes Bal e Lucas Melo

Oferecer acesso à educação para todas as pessoas é premissa de um ambiente educacional inclusivo. No mundo, esse princípio tem como um dos marcos a Declaração de Salamanca, que foi assinada na Conferência Mundial de Educação Especial, em 1994, com o intuito de reafirmar o compromisso com a necessidade e urgência de providenciar educação para crianças, jovens e adultos com necessidades educacionais especiais dentro do sistema regular de ensino.

O documento destaca ainda pontos como o direito fundamental de toda criança à educação, com a oportunidade de atingir e manter nível adequado de aprendizagem; a percepção de que cada criança possui necessidades de aprendizagem únicas; a orientação de que os sistemas educacionais deveriam ser implementados, levando em conta a vasta diversidade de características e necessidades; além da defesa de que toda criança tem direito fundamental à educação e que escolas regulares com orientação inclusiva constituem os meios mais eficazes de combater atitudes discriminatórias.

No Brasil, ao longo dos anos, essa realidade vem lentamente sendo desenvolvida por meio de políticas públicas voltadas à inclusão nos ambientes de ensino. O censo mais recente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP) revelou que no ano de 2016, em um universo de mais de oito milhões de estudantes matriculados em cursos de ensino superior no âmbito de instituições públicas e privadas, foram registradas apenas 35.891 matrículas de pessoas com algum tipo de deficiência, transtorno global do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação.

Do ponto de vista profissional, a situação não é muito diferente. A Associação Brasileira de Recursos Humanos (ABRH) mostrou, também em 2016, que apenas 0,9% dos vínculos empregatícios do Brasil são de pessoas com deficiência. LEIA MAIS...
Agência de Comunicação da UFRN.

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