REFORMA TRABALHISTA: Taxa de desemprego se estabiliza custeada por salários mais baixos e subempregos

Coordenador da reforma trabalhista Rogério Marinho. Reprodução.
Como era de se esperar com o passar do tempo, a reforma trabalhista feita muito recentemente e capitaneada por pelo Potiguar Rogerio Marinho, poderia aumentar consideravelmente o número de empregos do Brasil.

O resultado disso já aparece em números reais em tão pouco tempo depois da aprovação da mesma. A taxa de desemprego no Brasil ficou em 12,4% no trimestre encerrado em fevereiro, atingindo 13,1 milhões de pessoas, segundo divulgou nesta sexta-feira o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na realidade já vemos essas taxas de queda do desemprego se estabilizarem pelos últimos números disponibilizados. Mas, à custa de subemprego e salários mais baixos que aumento na mesma proporção. A Reforma Trabalhista violou as garantias fundamentais do trabalhador já conquistadas e se constitui na redução dos direitos sociais amparados não apenas pela Constituição Federal, mas também pela Legislação Infraconstitucional Trabalhista.

Com os patrões tendo que pagar menos direitos aos trabalhadores e, com o grande poder que foi outorgado as mesmo com a reforma, a tendência é de que, no futuro, o desemprego caia bem mais. No entanto, os subsalários e subcondições de trabalho venham a aumentar na mesma proporção em que o desemprego venha a cai.

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