AMEAÇADOS: Senadores contrários ao decreto de armas podem ter escolta devido ameaças

Imagem: Hanrrikson de Andrade/UOL
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), determinou que a Polícia Legislativa investigue as ameaças relatadas por senadores contrários ao decreto que flexibilizou o porte de armas no país. Além disso, Alcolumbre disponibilizou escolta policial para parlamentares alvos dos ataques. A segurança ainda não foi solicitada por nenhum senador.

"O Senado vai dar todas as garantias para os senadores cumprirem seu mandato, então o que for deliberado para a presidência que a gente tiver clareza que é uma ameaça, nós vamos autorizar [escolta]", disse Alcolumbre.

O projeto que anula os efeitos do decreto do presidente Jair Bolsonaro está na pauta do plenário do Senado desta terça-feira, 18.

Na semana passada, a CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) da Casa rejeitou o relatório do senador Marcos do Val (Cidadania-ES) favorável ao decreto presidencial e encaminhou para plenário um parecer alternativo do senador Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB) favorável a anular os efeitos do ato presidencial.

Ataques Quatro senadores relataram à presidência do Senado ter sido alvos de ataques: Randolfe Rodrigues (Rede-AP), Fabiano Contarato (Rede-ES), Eduardo Girão (Pode-CE) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB-PB).

Após o relato dos ataques, o presidente do Senado emitiu uma nota expressando "indignação" e prometendo providências para garantir a proteção e a liberdade dos parlamentares.

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