MAIS DE 200 MORTOS: Engenheiros dizem que não sabem o que causou tragédia em Brumadinho

Reprodução.
A engenheira Ana Lúcia Moreira Yoda, da empresa Tractebel Engineering, que assinou laudos de estabilidade da barragem de Brumadinho de 2017 a junho de 2018, disse hoje (3), na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Senado que investiga o rompimento da Barragem de Brumadinho (MG), que, enquanto atuou na mina, não havia nenhum indicativo de risco iminente de rompimento da estrutura. Disse ainda que, à época, os indicadores estavam "dentro das leituras históricas".

Leituras históricas? A tragédia matou mais de duzentas pessoas. Não acredito que não haja uma explicação plausível para isso. Se ela diz que a barragem estava dentro das leituras históricas, imaginem o que podemos aguardar das outras barragens que oferecem risco.

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