MUNDO: Palestino é morto no 'dia de fúria' após anúncio de Trump sobre Jerusalém

Foto: Thomas COEX/AFP.
Milhares de palestinos entraram em confronto nesta sexta-feira (8) com as forças israelenses, deixando dezenas de feridos e um morto, depois do reconhecimento pelos Estados Unidos de Jerusalém como a capital de Israel originar protestos na Cisjordânia, em Gaza e na Cidade Santa.

Dezenas de milhares de pessoas também se manifestaram em diferentes países muçulmanos, do Irã à Malásia. Em todas as partes, os manifestantes queimaram e pisotearam fotos do presidente americano, Donald Trump.

As manifestações não são maciços nos Territórios Palestinos e no mundo muçulmano, mas os protestos alimentam o temor da comunidade internacional de que Trump tenha aberto a caixa de Pandora.

O Conselho de Segurança da ONU se reuniu nesta sexta-feira em Nova York.

A ONU está "muito preocupada com os riscos de uma escalada da violência" na região, disse o coordenador especial da ONU para a Paz no Oriente Médio, Nikolai Mladenov, ante o Conselho de Segurança em um vídeo de Jerusalém.

Rejeitando "os sermões e lições", a embaixadora americana na ONU, Nikki Haley, repetiu que Trump "não tomou posição sobre os limites ou as fronteiras" e que o "status quo se mantém nos lugares santos".

Reiterou também que os Estados Unidos continuam comprometidos com o processo de paz.

As informações são da AFP

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