Henrique Eduardo Alves era uma das peças chaves no quadrilhão do PMDB, segundo PF

No relatório final de inquérito, investigadores apontam que grupo de ex-deputados e deputados do partido cometeu crime de organização criminosa

Da esq, para a dir., Rodrigo Rocha Loures, Henrique Alves, Michel Temer e Eliseu
Padilha assistem à votação do impeachment de Dilma (Divulgação/Divulgação)
A Polícia Federal concluiu na segunda-feira o inquérito que investiga o chamado “quadrilhão” do PMDB da Câmara. Em relatório encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF), os investigadores sustentam que deputados e ex-deputados do partido cometeram o crime de organização criminosa e, a partir dele, incorreram nos delitos de corrupção passiva, lavagem de dinheiro, fraude em licitação e evasão de divisas, entre outros.

Segundo a PF, o “poder de decisão” no grupo, ou seja, de indicar cargos estratégicos na máquina federal e negociar propina, cabia ao presidente Michel Temer e ao ex-deputado federal e ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, preso em Curitiba. Também são citados na conclusão da investigação os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência) e os ex-ministros Geddel Vieira Lima e Henrique Eduardo Alves.

A conclusão do inquérito deve ser um dos elementos para subsidiar nova denúncia contra Temer, a ser apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ainda nesta semana – ele entrega o cargo na segunda-feira a Raquel Dodge.

Veja abaixo a estrutura da organização criminosa que PF diz existir no PMDB da Câmara e o que há contra cada um dos investigados. LEIA MAIS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO QUADRILHÃO DO PMDB...

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