VIDA BELA: O negócio mesmo é dividir a grana entre os cabos eleitorais

Imagem reprodução.
Há gestões que tem modo bem particular de administrar. Só a títulos de exemplo, dividir aos recursos públicos com cabos eleitorais. Só precisa disso.

Daí para frente, parte desses recursos roda entre os eleitores, outra parte é usada para pagar um salário de fome a comissionados, outra ainda é desviada para pagar contas de campanhas.

Preocupação em constituir uma base para o futuro da localidade não é a preocupação salutar. Essas particularidades de voltar o pensamento da gestão em prol do coletivo, para as gestões que assim trabalham não dá – como poderíamos dizer – aquela química para um grupo político que busca permanecer no poder.  

Nada como aquele trocado para se dizer que lembrou do eleitor. O particular substitui o coletivo. Entre uma tapinha nas costas e outro, uma estadia constante no meio do povo, outro exemplo é comer o pão de dores em restaurantes popular para fazer marketing, etc. são qualidades que entorpecem o povo que foi a acostumado a olhar só para o chão. É mais ou menos isso.

Onde vamos parar com isso? Uma ligeira mostra da situação vemos no Brasil quebrado na atualidade. Assim não haverá amanhã. 

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