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GESTÃO: Pró-Reitor de Administração do IFRN fala sobre os desafios de gerenciar a Instituição

Entre os temas da entrevista, Juscelino Cardoso fala sobre contingenciamento orçamentário

Foto: Alberto Medeiros. Juscelino Cardoso.

Por Cleyton Fernandes

Pró-reitor de Administração desde 2011, Juscelino Cardoso de Medeiros é contador de formação, mestre em administração e já foi coordenador de Finanças, coordenador de Contabilidade, gerente de Manutenção, diretor de Administração e assessor de Planejamento no Instituto Federal do Rio Grande do Norte.  De uma família de 11 irmãos, todos nascidos em Marcelino Vieira, Alto-Oeste Potiguar, Juscelino chegou a Natal há quase 40 anos, para estudar e trabalhar.

No IFRN desde de 1984, ingressou no serviço público federal através de concurso público na antiga Escola Técnica Federal do Rio Grande do Norte - EFTN, para a função agente administrativo. Para saber mais sobre as atividades da Proad, conversamos com o Pró-reitor. Na entrevista, publicada abaixo, Juscelino falou sobre dedicação à instituição, desafios da gestão atual e sobre a situação orçamentária e financeira do Instituto.

Dados sobre o IFRN hoje: recursos e contingenciamento
A nossa instituição, como as demais instituições de ensino no país inteiro, teve um momento de muita expansão e crescimento: passamos de duas unidades para 21. Somos, inclusive, o único Instituto do Brasil que aproveitou e cumpriu todas as etapas de expansão das unidades físicas. Houve um momento no qual construímos, ao mesmo tempo, seis campi no Rio Grande do Norte.

Isso na época em que havia muitos recursos orçamentários e poucos recursos humanos para tocar essa expansão. Hoje, a realidade orçamentária é outra. Se analisarmos os números dos nossos orçamentos de 2014 a 2017, é possível verificar que 2014 o orçamento de custeio e capital para a nossa unidade foi de R$ 85.359.939,00 (oitenta e cinco milhões, trezentos e cinquenta e nove mil e novecentos e trinta e nove reais), para o ano de 2015, tivemos um montante de R$ 108.205.482,00 (cento e oito milhões, duzentos e cinco mil e quatrocentos e dois reais), um crescimento de R$ 22.845.543,00 (vinte e dois milhões, oitocentos e quarenta e cinco mil e quinhentos e quarenta e três reais), para o ano 2016, tivemos o montante de R$ 98.953.719,00 (noventa e oito milhões, novecentos e cinquenta e três mil e setecentos e dezenove reais), uma redução da ordem de R$ 9.251.763,00 (nove milhões, duzentos e cinquenta e um mil e setecentos e sessenta e três reais) e para o ano de 2017, tivemos o montante de R$ 96.023.788,00 (noventa e três milhões, vinte e três mil e setecentos e oitenta e oito reais), mais uma redução de R$ 2.929.931,00 (dois milhões, novecentos e vinte e nove mil e novecentos e trinta e um real), ou seja, estamos com o orçamento praticamente de 2014, se aplicarmos apenas a redução da inflação, considerando que nossas atividades, despesas e números de contratos cresceram bastante, considerando ainda que em 2014 tínhamos apenas 16 unidades. CONTINUE LENDO...
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