Brasil, uma justiça com juízes iníquos

Reprodução. Imagem ilustrativa. 
Ao escolher Raquel Dodge para o cargo de procuradora-geral da República, Temer quebrou a tradição que vinha desde 2003 de indicar para o cargo o primeiro colocado da lista tríplice da eleição feita pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). Raquel foi à segunda colocada, com 587 votos ante os 621 de Nicolao Dino.

Que atitudes esperar de uma senhora chamada tão rapidamente por um presidente em apuros e que está vendendo a alma para não perder o poder e ser preso?

Pergunto isso por que facilmente percebemos todo um conjunto de medidas da parte de do Planalto sendo tomada para estancar a sangria da lava jato (fim da força tarefa da PF em Curitiba, marcação de território no STF, dentre outros).

No STF, só a título de exemplo, Gilmar Mendes é preferido por Aécio Neves para julgar seus processos. O ministro foi gravado em conversas de áudios com Aécio. Este lhe pedindo favores.

Em Curitiba, temos certo juiz, Moro, que a principio tinha grande admiração, mas vejo que está usando duas medidas diferentes. Condenou Lula. Mas absolveu a esposa de Sérgio Cabral e Eduardo Cunha (PMDB), com meio mundo de provas. Eram para terem sido condenadas. Ambas, como Lula foi.

Agora estou certo que elementos como Aécio (PSDB), com provas irrefutáveis, sairão limbo disso tudo. Só a título de exemplo.


Além de termos uma justiça com leis falhas, temos uma justiça onde todos os indícios mostram que seus componentes são iníquos. Lamentável.  

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