Para o cidadão comum que não ganhou um contrato de R$ 100 mil só resta lutar

Reprodução. 
Numa pós-eleição suponha que aquele cabo eleitoral tenha recebido um senhor contrato. Coisa de R$ 100 mil, em alguns casos até mais, só a titulo de exemplo.

Para um desses o mundo deve estar um céu de brigadeiro, sua cidade deve está calçada com ouro refinado. Nada como um bom despojo pela vitória. Babar e brigar pouco seria bobagem. Esculachar quem for do contra seria o mínimo que faria por um contrato desses.  Quantas realidades no Brasil são assim?

Para o cidadão que paga seus impostos, trabalha duramente para ganhar o pão de cada dia e mora em lugares de difícil acesso e vive uma realidade complexa a vida segue e, claro, de uma forma não tão fácil. Tem que realmente ir atrás dos seus direitos.

Os municípios brasileiros, sua gente e sua dura realidade à coisa realmente não é fácil. Precisa ir atrás dos seus direitos mesmo. O direito de lutar é o que lhes resta. O dia do trabalho, comemorado hoje, o cidadão celebra esse direito também, pelo menos enquanto não lhe tiram. 

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