DEU UM TRECO: Roberto Freire teve uma crise de pressão alta ao saber na lista de Fachin

Reprodução. 
Roberto Freire, o ministro da cultura do governo Temer, teve uma crise de pressão alta quando soube que seu nome estava na lista de pedidos da abertura de inquérito do ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo os depoimentos dos ex-executivos da Odebrecht Carlos Armando Paschoal e Benedicto Júnior, Freire teria recebido pagamentos de R$ 200 mil não contabilizados na campanha eleitoral de 2010.

O nome do ministro foi rejeitado por Fachin, e a informação sobre a inclusão do nome do ministro foi corrigida posteriormente pela Corte. Por tanto, susto sem necessidade.

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