OPINIÃO: O que podemos esperar da relatoria de Edson Fachin?

Ministro Edson Fachin, novo relator da lava jato. Reprodução. 
Pessoalmente não sei como será o desempenho desse senhor Edson Fachin nessa relatoria da lava jato.

Não tenho confiança na maioria dos ministros desse nosso “Supremo”. Fazer o que? É uma opinião particular que tenho.

Mas estávamos ruborizados de medo que caísse como relator ministro como Ricardo Lewandowski, visto por muitos jornalistas como anti-Lava Jato. Estava apavorado só em sonhar na possibilidade de ministro como Dias Toffoli, que teve o nome até lembrado numa delação, fosse o premiado no sorteio eletrônico.

Quem torce que a lava jato dê continuidade da melhor forma possível estava sem sono só de pensar na possibilidade de Gilmar Mendes, que no meio jornalistico é conhecido como um crítico contumaz do Ministério Público, assumir a relatoria na base da sorte.

Nenhum dos que mais temíamos foi sorteado. Na verdade estava torcendo por Celso de Mello. Não deu. Assim, vamos torcer que Edson Fachin realmente faça pelo menos o trabalho que Teori Zavascki vinha fazendo. Acho que por enquanto saímos lucrando.

Pessoalmente continuo achando que um ministro do STF deveria ter como escolha um concurso ou outra forma, menos a indicação de um (a) presidente. Acho ainda que a escolha de funções, relatorias por exemplo, deveria haver critérios mais técnicos e não por meio de sorteios. 

Comentários

  1. Como apurar qualificação técnica para gente do mais alto quilate? O sorteio, penso, é o mais adequado. Fachin reúne as melhores qualidades para continuar o trabalho do Teori.

    ResponderExcluir

Postar um comentário

Postagens mais visitadas deste blog

Repórter Wilson Oliveira me passou informações preocupantes sobre situação da maternidade Claudina Pinto

Nota de esclarecimento

Vereador Gilvan Alves doa um mês de salário e, consegue revitalizar Caixa D'água de comunidade do Góis

CHARTON AVISA: “Para desespero de quem não tem zelo com o dinheiro público continuarei determinado no meu papel fiscalizador”, avisa Charton