Somente no governo Flaviano/Zé Maria todos os repasses ao INSS se tornaram obrigatórios

Ele não está fazendo mais que sua obrigação”. Essa frase se tornou comum entre os participantes das redes sociais, facebook, Twitter, comentarista de blogs quando a matéria diz respeito a capacidade da gestão que está encerrando ao repasses dos encargos do INSS em dia. A conversar é que a atual gestão não esta fazendo nada demais. Está cumprindo sua obrigação.

Matéria relacionada:

Então devemos interpretação que repassar os encargos do INSS, não atrasando, no passado não era obrigação? É isso? Sim. Esse questionamento é salutar. Afirmo isso por que no passado, antes da atual gestão assumir, os atrasos com encargos da folha para o INSS orçavam em valores de R$ 8.541.906,96 (oito milhões, quinhentos e quarenta e um mil, novecentos e seis reais e noventa e seis centavos) somando todas as gestões do passado.

Dessa cifra acima, R$ 3.946.212,92 (três milhões, novecentos e quarenta e seis mil duzentos e doze reais noventa e dois centavos) – quase 50% do valor da dívida – foi deixado pela gestão anterior (2009/2012: Outubro, Novembro, Dezembro e Décimo Terceiro).

Averigue documentos abaixo e clique para ampliar e constatar nosso poste:
Oficio parcelando a divida. Clique para ampliar

A divida da gestão(2009/2012; Outubro, Novembro, Dezembro e
 Décimo Terceiro). Clique para ampliar.
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Clique para ampliar

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Bom, essas observações a parte, o fato é que, pelo que consigo interpretar, os atuais gestores vão deixando a prefeitura com todos os débitos do INSS em dia.

Foram R$ 30.306.432,67 em repasses para o INSS nos quatro anos da gestão atual. “Todos os repasses do INSS foram feitos pela nossa gestão, incluindo o INSS do 13º salário” afirma Flaviano. “Quando assumi encontrei um débito de 2009, mais Outubro, Novembro, Dezembro e o 13º salário de 2012 sem ter sido repassado para o INSS”, reforça.

Confira recurso de repasses ano a ano na tabela abaixo pelos atuais gestores:
ano
Valores pagos em INSS
2013
R$ 7.161.161,25
2014
R$ 7.526.318,29
2015
R$ 7.671.181,29
2016
R$ 7.947.771,84
Total
R$ 30.306.432,67
Lembrando ainda que o recolhimento dos servidores efetivos e contratados, e mais de 20% das obrigações sociais (INSS) e o NÃO repasse do mesmo a fonte citada – INSS - implica seriamente na época em que o funcionário for se aposentar. Pois o dinheiro recolhido não vai estar lá depositado.

Assim, baseado nesses fatos, pela minha tese, pagar INSS só se tornou obrigatório na atual gestão. No passado, não era. A proposito, pagar INSS e precatórios em dia só é bom para os funcionários – não tomam conhecimento da causa – e para as gestão que não pagam.

Para as gestões que não pagam é muito vantajoso. Nada lhes acontece. A "justiça não lhes obriga a pagar nada pela experiências que vejo". Muito pelo contrario, saem por cima da carne seca na avaliação do povo, os que não pagam acabam logrando êxito. A história que o diga. 

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