Quem é réu na linha de sucessão da presidência da república do Brasil hem?

Reprodução.
Na última terça-feira, 29, em debate na Ordem dos Advogados do Brasil, Renan Calheiros (PMDB/AL) definiu o modelo político brasileiro como “caquético”. Disse mais. “É hora de fazer mudanças radicais em um sistema que está falido e fedido.”

Pois então muito bem. Cerca de 48 horas depois de suas hipócritas afirmações, o Supremo Tribunal Federal confirmou o diagnóstico. Mandou Renan para o banco dos réus, a Suprema Corte sinalizou que o Senado brasileiro é presidido por um político um tanto quanto fedido. Caquético, como ele mesmo afirmou.

Acusam-no de desviar verbas públicas em proveito particular. O caso envolve o recebimento de propinas de uma empreiteira, para custear a pensão de uma filha que o senador teve fora do casamento. Hoje o político peemedebista é protagonista de 12 processos judiciais.

Agora veja só os senhores. Renan quer por que quer aprovar a lei sobre abuso de autoridades antes do natal. A lei que trata desse tema é dos idos de 1965. Renan sustenta ideia que o texto precisa de modernização. Sabemos que Renan é parlamentar desde que estava no útero da mãe – os alagoanos são incapazes de tirar o seu mandato apesar dos pesares. Renan Canalha, aliás, Calheiros, só agora lançado no cadeirão da lava jato, descobriu que essa lei está velha e precisa ser atualizada.

Renan é hoje uma das maiores aberrações no sistema político apodrecido do Brasil. Ele é uma prova irrefutável que a anormalidade se transformou na mais absoluta normalidade no submundo da política nesse país.

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