Transição de Flaviano X Alan, duas posturas bem diferentes de agir

Reprodução: Blog do Cassinho. Clique e amplie.
Era o de 26 de Novembro de 2012. Naquele ano, fizera poucos meses que Grete Silveira (PMDB), havia perdido a eleição municipal.

Somente na data citada, o poder excetivo municipal instituiu sua equipe de transição.

O então vencedor, Flaviano Moreira, desde o dia 10 do mesmo mês, já havia instituído sua equipe de transição sem contudo, haver notícias na mídia de existir pressão sobre a prefeita da época, Gorete, para apressar os tramites da transição (CLIQUE AQUI e relembre aquela matéria).

Nesse print logo ao lado, extraído do ApodiBaixodoPano, do celebre De Assis Oliveira, noticiava na época que as equipes de transição de Flaviano e Gorete só iam começar a trabalhar no dia 10 de dezembro/2012. Flaviano, na época, carregado de diplomacia, com o mesmo direito constitucional que Alan tem, nem sonhou em acionar quem quer seja na justiça com mandato de segurança.

Em mais esse print acima, os senhores podem contemplar imediatamente abaixo, é que a equipe de transição do então prefeito eleito Flaviano só pode entrar na PMA, isso já por volta de meados de Dezembro de 2012.

Reprodução: Marmota apodiense.
No dia 28 de dezembro/2012(clique no print acima para ampliar e AQUI para ler a matéria), a equipe de transição de Flaviano, se descabelava tentando apanhar informações sobre o que iam encontrar pela frente, visto só poderem ter acesso a prefeitura bem tardiamente.

Mandato de segurança? Que é isso? Nem pensar. Aguardar era o melhor caminha na cabeça do gestor recém eleito.

Hoje, 10/11/2013, o apressado prefeito eleito Alan Silveira, do mesmo PMDB da época de sua mãe, que não teve tanta pressa em estabelecer uma equipe de transição, acionou o prefeito Flaviano na justiça com mandato de segurança para acelerar os trâmites com relação as equipes de transição (clique print abaixo e amplie).

Reprodução: Blog Jair Gomes. Clique para ampliar.
Diferentes formas de um grupo político lidar com certos assuntos. Na época de Flaviano, ele agiu como um padre que reza uma missa. Nada de mandato de segurança. Hoje, Alan, sem hesitar, mete mandato de segurança em virtude dos trâmites de transição. Vai conseguir. Está na constituição, tem direito. Uma postura bem diferente.

É isso. Na política, só sobrevive aqueles que não tem pena dos adversários. Já percebi que na política, aqueles que sangram os adversários e os deixam secar até morrer (sentido figurado da expressão, para os que tem dificuldade de entender), são mais fortes e sobrevivem. Já quem tem o comportamento diplomático (sentido figurado da expressão para os que tem dificuldade de entender), tem poucas chances de sobrevivência. Postura, entende? É assim, é a política.

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