Os que não sabem ser políticos ficam reprovados, o que sabem ficam aprovados

Passado o período eleitoral, após alguns gestores lograrem êxito se reelegendo, começa aparecer o buraco que foi escondido por muitos antes e durante a campanha.

O rasgo no funda das calças apareceu, fornecedores e prestadores de serviços sem receberem a tempo. A folha de pessoal finalmente atrasada. O cenário que começa a aparecer é esse em algumas prefeituras potiguares após o pleito.

Existe gestores que fizeram o dever de casa direitinho. Como contra partida amargaram terrível rejeição. Perderam principalmente por não saber dissimular diante da seriedade de uma crise. Pela menos foram sinceros. No entanto, outros que esconderam o jogo, após o sucesso eleitoral, começam a dar o remédio amargo que só Deus sabe se ainda vai ter jeito.

Duas faces cruéis de uma mesma moeda. Os que procuram fazer o dever de casa – desde o início mas que estão com tudo em cima, apesar dos pesares da crise – reprovados pelo povo. Não são políticos. Os que procuram tapear, lograram êxito. Para esses segundos sempre dar certo. Sabem jogar direitinho por que sempre o povo cai. São políticos. 

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