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Gestão do PMBD em Apodi (2009/2012) foi responsável por quase 50% da dívida atual do contribuinte apodiense com o INSS

Um dos grandes empecilhos da prefeitura atual tem enfrentado é de pagar a dívida com INSS com a receita federal deixada pela gestão (PMDB: 2009/2012).

A informação obtida junto à delegacia da Receita Federal do Brasil de Mossoró, a dívida no montante deixada pelos gestores do passado foi de R$ 8.541.906,96 (oito milhões, quinhentos e quarenta e um mil, novecentos e seis reais e noventa e seis centavos).

As Gestões passadas deixaram essa dívida, referente ao recolhimento dos servidores efetivos e contratados, e mais de 20% das obrigações sociais (INSS) que as Prefeituras tem que cumprir só que no passado administrativo do Apodi deixou de ser paga. Implicando no montante acima. A administração atual do prefeito Flaviano não viu outra saída a não ser o parcelamento da dívida para ver se bota esse problema em ordem com o tempo.

Um fato contundente nessa cifra, do total de R$ 8.541.906,96 (oito milhões, quinhentos e quarenta e um mil, novecentos e seis reais e noventa e seis centavos), R$ 3.946.212,92 (três milhões, novecentos e quarenta e seis mil duzentos e doze reais noventa e dois centavos) – quase 50% do valor da dívida – foi deixado pela gestão passada, a do PMDB (2009; Outubro, Novembro, Dezembro e Décimo Terceiro de 2012) aqui em Apodi (clique nos prints abaixo e confira).

Não é demais lembrar que a gestão atual cumpre com as obrigações sociais junto ao INSS e está com o repasses em dia, o que tem dado em média R$ 600 mil/mês. Como esse dinheiro faz falta para reajustar os salários funcionalismo municipal. Não é verdade?

Lembrando ainda que o recolhimento dos servidores efetivos e contratados, e mais de 20% das obrigações sociais (INSS) e o NÃO repasse do mesmo a fonte citada – INSS - implica seriamente na época em que o funcionário for se aposentar. Pois o dinheiro recolhido não vai estar lá depositado.

E, vejam só. Na época de se aposentar é período da vida onde quem trabalhou mais precisa do Apoio (o dinheiro da aposentadoria). Isso é respeito ao funcionário? Interessante é que ninguém cobrou isso da gestão passada quando foi reivindicar o justo reajuste. Sindicalistas então, querem nem saber. 

E, ironia ou não, muitos da categoria aplaudem a gestão passada (via representação atual) por ter deixada ao funcionário esse tão singelo presente. Muitos lutam pela volta dessa situação. Vá entender?

Confira prints pesquisa junto à delegacia da Receita Federal do Brasil de Mossoró:
Oficio parcelando a divida. Clique para ampliar
[CORRIGIDO]. A divida do PMDB (2009; Outubro, Novembro, Dezembro e
 Décimo Terceiro de 2012). clique para ampliar.


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