As pesquisas eleitorais manipuladas não tem mais interferido no voto do eleitorado

Pesquisas eleitorais. Como elas a cada novo pleito adquirem características de supostamente serem manipuladas.

Chamo de pesquisas manipuladas aquelas que de fato não refletem na realidade a opinião do eleitor, das ruas. Cristalizadas pela verdade das urnas.

Nossa realidade:
Reprodução. Arquivo pesquisa Apodi/2012.

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Uma pista para isso que expomos foi supostamente o que aconteceu em 2012 no Apodi. Pesquisa colocava Flaviano na rabeira. Dois outros concorrentes que estavam na dianteira, tinham cada qual 30% das intensões de votos.

Posteriormente, ambos que estavam na dianteira vieram a se juntar. Flaviano ganhou com folga dos dois.

Se a tática da pesquisas supostamente era influenciar a opinião, andou longe de funcionar.

Caso contrário, os 30% dos dois outros que foram derrotados, quando somados como resultado da união, era para pelo menos dar 50% mais 1 considerando todos os desperdícios.

Em 2014 para governo do RN:
Reprodução. Arquivo pesquisa Apodi/2012.

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Ainda tomando por base as suposições, o que dizer então das pesquisas de 2014 para governo do estado do RN?

Na ocasião a vitória do blocão de Henrique Alves, segundo as pesquisas, era um fato inquestionável já no primeiro turno sem hesitar. As eleições para governo foram para segundo turno. Henriquinho teve derrota humilhante.

Pesquisas manipuladas. Tática que funcionavam bem até os idos da década de 90 para trás. Alguns articuladores insistem nessa tática. O problema é que as urnas tem se encarregado de desmontar essas pesquisas.

Não. As pesquisas manipuladas não são mais um fator determinador de opinião em quem se votar. Será que elas já estão vindo por ai? 

Assim, para os caciques e para os velhos articuladores, pensar em quais números colocar para imprensa na hora da divulgação nas pesquisas manipuladas de suas coligações, é algo a ser considerado.

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