EM TEMPO: O PMDB e a sua arte de trabalhar com a aparências

Reprodução.
Todos sabemos que o vice de Carlos Eduardo Alves, candidato à reeleição a prefeitura de Natal é deputado estadual Álvaro Dias. Não é segredo para ninguém também que o mesmo é indicação do ex-deputado e ex-ministro do turismo Henrique Alves.

No entanto, Henrique Alves, presidente estadual do PMDB e que adora estar na mídia, especialmente nesses tipos de eventos, não pintou na convenção do PDT que homologou o nome de Carlos Eduardo e oficializou o nome do indicado de Alves.

Via twitter Alves alegou há uma semana atrás que estava viajando e não pode se fazer presente. Ora, bem sabemos que Alves não tem mais cargo, não é ministro, bem menos deputado. Que motivos teria para viajar em um momento tão propicio para quem gostar de estar na mídia como ele?

Rejeitado e figura presente nas investigações e delações da Lava Jato, a tendência é que Henrique seja escondido dos holofotes. Assim tenderá acontecer quando os comícios começarem. Walter e Garibildi, que também tiverem seus nomes lembrados na operação e estão menos encrencado que ele, deverão ser os escolhidos para estarem aparecendo de convenção em convenção, de comício a comício.

Isso é típico do PMDB: trabalhar com aparências, se desvencilhar do seu lado escuro – digamos assim – para tentar driblar a opinião pública. Para o eleitor da bandeira verde, eis a tática perfeita. Mas para o que não assegura bandeira...

Mas que me mal lhes pergunte, por ventura isso não seria algo típico de quem menospreza a inteligência do eleitor? Eis outra coisa que o PMDB aparentemente costumar brincar: com a inteligencia das pessoas.

Tempos novos, velhos caciques e as mesmas práticas antigas. Pois não é que para muitas pessoas essas desculpas esfarrapadas colam. 

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