ASTRONOMIA: Estudo sugere que atmosfera de Júpiter é mais quente do que o resto do planeta

A atmosfera acima da Grande Mancha Vermelha de Júpiter é muito mais quente do que em qualquer outro lugar do planeta. Nova pesquisa publicada hoje na Nature sugere que o movimento da tempestade maciça na baixa atmosfera de Júpiter pode ser responsável pelas temperaturas elevadas extras na camada superior. E isso significa que as duas atmosferas podem ser conectadas e influenciam uma a outra.

A Grande Mancha Vermelha é uma das características mais emblemáticas de Júpiter. É um furacão gigante que se estende por mais de 1.000 milhas em todo o planeta, e contém ventos que se movem até 400 milhas por hora, de acordo com a NASA. A Grande Mancha Vermelha tem sido continuamente observada desde o final de 1800, com os astrônomos tentando entender como a tempestade começou e que a atmosfera é como em torno dele.

Agora, usando medições do Infrared Telescope Facility da NASA no Havaí, os pesquisadores descobriram que a região tem cerca de 1.600 Kelvin ou mais de 2.400 graus Fahrenheit – muito mais quente do que a temperatura média encontrada em todo o resto da atmosfera superior de Júpiter, que é de cerca de 900 K, ou 1,1160 graus centígrados. Os autores do estudo acreditam que a mudança de temperatura pode estar relacionada a ondas de alta energia.

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