TUDO FINANCIADO PELOS PARTIDOS ENTERRADOS NA LAVA JATO: Agora dar para entender por que o MBL não faz protesto contra Cunha e sua trupe

Em imagem de dezembro de 2015, coordenadores do MBL
(entre eles Fernando Holiday, coordenador nacional, abaixo,
à direita) posam para foto ao lado de Eduardo Cunha
(PMDB-RJ), então presidente da Câmara dos Deputados
O MBL (Movimento Brasil Livre), entidade civil criada em 2014 para combater a corrupção e lutar pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT), recebeu apoio financeiro, como impressão de panfletos e uso de carros de som, de partidos políticos como o PMDB e o Solidariedade.

O movimento negociou também com a Juventude do PSDB ajuda financeira a suas caravanas, como pagamento de lanches e aluguel de ônibus, e teria tido apoio da "máquina partidária" do DEM.
Quando fundado, o movimento se definia como apartidário e sem ligações financeiras com siglas políticas. Em suas páginas em redes sociais, fazia campanhas permanentes para receber ajuda financeira das pessoas, sem ligação com partidos.

Os coordenadores do movimento, porém, negociaram e pediram ajuda a partidos pelo menos a partir deste ano. Atualmente, o MBL continua com as campanhas de arrecadação nos seus canais de comunicação, mas se define como "suprapartidário". Aliás, a contribuição financeira concedida é vinculada ao grau de participação do doador com o movimento. A partir de R$ 30, o novo integrante pode ter direito a votos.

Já os partidos políticos que teriam contribuído com o MBL têm versões distintas para explicar o caráter e a forma desses apoios, chegando em alguns casos a negá-los. Conheça cada caso.

PMDB e os panfletos
O PMDB teria custeado a impressão de panfletos para o MBL divulgar as manifestações pró-impeachment ocorridas pelo país no último dia 13 de março. O presidente da Juventude do PMDB, Bruno Júlio, informou ao UOLque solicitou ao presidente da Fundação Ulysses Guimarães, Moreira Franco, que custeasse 20 mil panfletos de divulgação dos atos, com a inscrição "Esse impeachment é meu". A assessoria de Moreira Franco nega.

O dirigente da JPMDB afirma que o material foi pago pelo partido e entregue ao MBL, que distribuiu para suas sedes regionais e espalhou por todo o país. "O MBL auxiliou na logística, distribuindo os panfletos e colando cartazes, mas a Fundação Ulysses Guimarães pagou porque se tratava de uma campanha nossa, da Juventude do PMDB, que nós encampamos", explica.

O lema "Esse impeachment é meu", no entanto, pertence ao MBL, que estampou a frase em camisetas, faixas e cartazes, além de tê-lo utilizado em discursos e vídeos gravados por suas lideranças.

Procurada, a assessoria do atual secretário-executivo do PPI (Programa de Parcerias e Investimentos) do governo interino, Moreira Franco, disse, no primeiro momento, que o ex-ministro da Aviação Civil do governo Dilma não se recordava se teria pago ou não pela impressão. Posteriormente, negou que o pagamento tenha ocorrido e afirmou que nem Moreira Franco nem o PMDB jamais trabalharam em parceria com o MBL.

Questionado sobre o apoio, o MBL não confirmou o custeio dos panfletos, disse apenas que o PMDB fazia parte da comissão pró-impeachment.

Solidariedade e DEM
Em uma gravação de fevereiro de 2016 a que o UOL teve acesso, Renan Antônio Ferreira dos Santos, um dos três coordenadores nacionais do MBL, diz em mensagem a um colega do MBL que tinha fechado com partidos políticos para divulgar os protestos do dia 13 de março usando as "máquinas deles também". Renan diz ainda que o MBL seria o único grupo que realmente estava "fazendo a diferença" na luta em favor do impeachment de Dilma Rousseff. CONTINUE LENDO...

Nota do Blog
Aaaaaaahhhhh!!!!!!!! Agora dar para entender por que o MBL não faz protestos contra Eduardo Cunha e todos os partidos que são visivelmente corruptos envolvidos com a lava jato. Tudo financiado pelos próprios partidos envolvidos na lava jato.

Por que os mesmos partidos e políticos enterrados na corrupção da lava jato seguem no governo Temer viu. Era para os protestos continuarem, as ruas estar cheias. A TV fazendo coberturas. Não estou aqui defendo PT e sua trupe também não. Mas isso é a realidade nua a crua. 

O MBL, "Movimento Brasil Livre", não tem nada a ver com liberdade. Estavam a serviço dos partidos envolvidos na bandalheira apoiada pela mídia. Será que realmente não caímos como patinhos no golpe? Rsrsrsrsrsrsr. Como são danadinhos rapaz. Que coisa bem arquitetada. Deu bem certinho. Foi do jeito que eles planejaram. 

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