O CULPADO: O eleitor brasileiro abençoa os partidos corruptos reelegendo as oligarquias políticas

Os meios de comunicação dia após dia vão mostrando os escândalos de corrupção que nos assombra de destroem nossa imagem com nação lá fora. Ano após ano.

Políticos acostumados com a velha política. A política do balcão de negócios, do fisiologismo, do toma lá dá cá. Veja, só a título de exemplo, o caso do ministro do turismo Henrique Alves. Suponha que o cara fez uma campanha para governador em 2014 gastando R$ 40 milhões.

Ora o salário de governador, juntando os quatro anos do mandato, não chega a R$ 2 milhões. Obviamente que, toda e qualquer citação de nome de político em escândalo, seja quem for, não significa que ele estar culpado de crime algum. Todos são inocentes antes que se prove o contrário. Estamos apenas tentando embasar nosso pensamento com um exemplo real. 

Então, será que alguém tem tanto amor assim pelo estado do RN? Como fazer para tirar a diferença de R$ 38 milhões? Qual a saída? Por isso não se admire se o seu nome, o de Agripino, o de Renan, Lula ou quem quer que seja que faça campanha com os modelos velhos, da velha política, gastando cifras astronômicas estejam sendo lembrados na lava jato. Assim vai ocorrendo com os políticos de alagoas, Maranhão, Rio de Janeiro, São Paulo. Assim é com o PMDB, PSDB, PP, PT, etc., etc., etc.

O pior é que alguns desses caras querem tratar os cidadão como débeis mentais. Negando áudios escandalosamente gravados negando, dizendo que não era aquilo que o áudio estar dizendo. Você entende?

Olha, enquanto o eleitor Potiguar, maranhense, alagoano, paulista, etc., etc., etc., continuar apoiando esses partidos e políticos que fazem da política um banca de negócios isso não vai acabar. O RN, só a título de exemplo, tem cerca de 500 mil eleitores que votam no PMDB seja quem for.

Eleitores, em nome de um partidarismo cego, vão elegendo avôs, pais, filhos sobrinhos e todo um dinastia anos a anos a fio.  Assim ocorre em diversas outras unidades da federação. Oligarquias são eleitas por sucessivos mandatos. Dinastias familiares. O eleitor partidarista abençoa a tragédia da corrupção que assola o Brasil.

A justiça, as autoridades tem que analisa os processos, julgar e condenar os culpados. Mas o eleitor, especialmente o partidarista, é grandemente culpado pela tragédia da corrupção que nos assola. Isso precisa acabar. O eleitor tem que mudar essa tragédia grega.

Definitivamente não há mais como se fazer política como se faz nesse país, nos seus estados, em seus mais 5 mil municípios. Não há como apoiar políticos e a política feita pelas velhas oligarquias. O Brasil, a Petrobrás, estão quebrados. A crise vai piorar e um dos grandes vilões disse é a corrupção.

Não há impostos que cheguem para atender a forma como como os nossos políticos fazem a política. Por isso, nos eleitores, temos que eliminar todos eles, oportunizar novos forma de fazer a política. 

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