Empresa terceirizada começará a demitir colaboradores devido a problemas nos pagamentos do Governo

Por Marcius Valerius

As empresas prestadoras de serviços terceirizados têm amargado sérios prejuízos nos últimos meses devido à falta de repasse de verbas dos governos municipal e estadual e ao grande número de ações sem acordos por parte de alguns membros do Ministério Público do Trabalho (MPT).

O setor que emprega cerca de 20 mil pessoas no estado, pode sofrer grandes perdas nos próximos meses. A empresa Safe já estuda iniciar a demissão de parte do seu quadro de funcionários diante dos atrasos nos pagamentos e das constantes solicitações de bloqueios de recursos por alguns integrantes do MPT. A Safe emprega mais de dois mil funcionários em todo o Estado.

"A Safe reconhece que ocorreram atrasos de salários e outras verbas em decorrência de insuficiência de caixa sempre motivada pelos constantes atrasos e demora no repasse de reequilíbrio contratual por parte dos seus contratantes. Porém, enquanto a maioria dos procuradores do Trabalho busca um consenso pra resolver esses tipos de conflitos entra empresas, sindicatos laborais e tomadores de serviços, uns poucos não. Publicamente afirmam que são contra o setor e, por isso, dificultam o nosso trabalho e fecham os olhos para os trabalhadores. Se continuarmos vítimas dessa situação de atrasos e bloqueios, pode ser que tenhamos que fechar as portas e colocar dois mil novos desempregados na rua. A gente só quer trabalhar e continuar gerando emprego e renda", afirmou um dos diretores da empresa que preferiu não se identificar.

Pelos levantamentos do Sindicato das Empresas Prestadoras de Serviços e de Locação de Mão de Obra (Sindprest), as dívidas da Prefeitura do Natal e Governo do Estado já ultrapassam a cifra de R$ 50 milhões.
Grifo comunicação

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