Sua cidade corre perigo em 2016, a fome de certos grupos políticos é voraz

Foto: Reprodução
Não é nenhuma novidade vermos vermos nesse Brasil grupos políticos que já tiveram de posse do poder, deles passarem algum tempo até serem reprovados pelo povo.

Agora é hora de retomar suas armações para tentar voltar. Tudo bem. Tem situações que merecem ser repensadas, não governaram tão mal, o cidadão pode avaliar as possibilidades ao que se pode colocar como exceção. Mas, convenhamos, tem grupos políticos que são muito cara de pau de mais.

Passaram uma vida atrasando seus municípios, em certos situações desviando recursos públicos, deixaram o poder com vários desmando sem medida: Encargos em atraso como INSS, dívidas trabalhistas, obras paradas em virtude de desvio ou, em outras situações, com forte indícios desses desvios, prejuízos incalculáveis para diversas cidades espalhadas pelo Brasil a fora.

Mas, como não falta óleo de peroba, com a cara mais deslavadas do mundo estão e vão se apresentar novamente. Em certos casos, desses grupos estão a algum longe do poder. Relembre o cidadão a forma como sempre trataram a coisa público e, a tempos longe do poder. Supostamente estão com uma fome de dinheiro público daquelas.  

São desqualificados morais lutando para roubar a ponto de levar inúmeras cidades à falência. Avaliem os senhores a voracidade com que essa gente está? Será que quatro anos será suficiente para saciar seus apetites vorazes?

Em 2016 a responsabilidade do cidadão deverá aumentar em pensar se realmente dará mais uma chance a quem teve oportunidade e não governou de forma honrada. O erro do eleitor poder ser fatal. No meu modo de ver a coisa pública, o povo jamais deveria voltar a dar chance a desqualificados morais, a essas quadrilhas lhe pedindo permissão para voltar. Geralmente eles não mudam.

Esse é um dos grandes problemas e perigo de boa parte do eleitor brasileiro, esquecem fácil demais os desmandos de grupos políticos. Temos que avançar e não regredir. Esse deveria ser o pensamento do (a) eleitor (a). Refletir será preciso, sempre.

Comentários

  1. Palavras duras, fortes, contundentes, mas infelizmente verdadeiras. Essa é uma verdade que você falou com relação ao eleitorado brasileiro, a memória curta.

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