OPINIÃO: Transformação, uma realidade que precisa de reajustes

Carros que todo dia fazem várias viagens é comum quebrar, por melhor condição que esteja. Já vi casos de até carros novos quebrarem logo na primeira viagem”, Dea.

Já fui universitário e provavelmente você e muitos dos seus parentes e amigos. Em Apodi os ônibus universitários sempre caminharam superlotados em todas as gestões anteriores. As quebras sempre foram uma constante em todos os anos que se transporta universitário para Mossoró ou outras cidades. Só que com um agravante, antes, além de viajar superlotados e em más condições os estudantes pagavam entre 70 e 80 reais em média, em preço de hoje, cerca 100 a 120 reais.

Em outras cidades, por exemplo Assú, existem uma bolsa onde a prefeitura paga para os universitários de baixa renda e aqueles que tem uma renda melhor, pagam por suas viagens, ficando assim parte dos universitários excluídos do programa.

Hoje, em Apodi, a realidade é que o estudante universitário tem ônibus gratuito para os conduzir, mesmo não sendo de responsabilidade do município, como justificavam os antigos gestores que nunca deram gratuito aos universitários, apesar de promessas. Fato que sempre passava desapercebidos das cobranças da mídia. Ônibus quebrados, superlotados e sucateados, disso ninguém fazia questionamentos.

Falei  essa noite ao senhor Dea, responsável pela empresa que transporta os universitários,  a respeito da condição dos ônibus que conduz os universitários. “Carros que todo dia fazem várias viagens é comum quebrar, por melhor condição que esteja. Já vi casos de até carros novos quebrarem logo na primeira viagem”, afirmou senhor Dea.

Hoje parte da imprensa apodiense, assim como a própria oposição, que nunca e jamais deu gratuidade ao transporte universitário, bem como ainda certos universitários ligados a essa oposição, que não precisam da gratuidade, por ter melhor padrão econômico melhor que outros, ficam tentando macular um projeto social de tão grande importância.

O projeto transformação necessita de aprimoramentos? Sim. Principalmente por parte de uma melhor organização da classe universitária, fazendo por exemplo, carteiras que identifiquem e viabilizem consequentemente a acesso dos ônibus somente aos universitários, evitando as superlotações por terceiros.

O sensacionalismo que certos profissionais da imprensa local fazem sobre os problemas que sempre aconteceram com os estudantes universitários em percursos de viagem (estouro de pneus, quebras mecânicas, etc.) que acorriam também em tempos passados e que não eram explorados da forma tão veemente como é hoje (Porquê?), não visam a continuidade do programa e sim o seu fim. Pois são movidos pelo sentimento politiqueiro.

Nós que somos cidadãos de bem, temos que torcer pelo continuidade e aprimoramento desse programa que engole do poder público municipal, a quantia de 600 mil reais anuais, que daria para viabilizar quatro obras de mais de 500 mil por ano, no município. E que o reconhecimento da mídia e da oposição local para essa atitude de um professor/gestor, em prol da viabilização de um curso superior para seus conterrâneos, não é aceito pela mídia e pela oposição.

Vamos torcer que a potente mão de Deus sempre esteja protegendo aqueles buscam a vitória da conclusão de um curso superior. Pois quem viaja diariamente, quer seja em carros pequenos, médios ou grandes, sejam em carros velhos ou novos, necessita dessa proteção, pois o perigo do transito é uma sombra constante.

Comentários

  1. Falou bem professor Toinho. Já fui universitário e perdi a conta que ônibus estouva pneu, outra vez quebro a barra da direção e Deus salvou a gente. O projeto transformação é muito bom. Falta ajustes? Falta. Universitários, empresa contratada, vereadores e prefeitura devem sentar para melhorar. E que Deus proteja a todos. Quem viaja todo dia está sujeito a acidentes.

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  2. DEA TEM QUE DEFENDER, POIS A EMPRESA DELE TA RECEBER 3 MILHÕES PARA FAZER O TRANSPORTE DOS ALUNOS.

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